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Segunda, 20 de Junho de 2011 22:39 |
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Utilidade. Essa é a palavra de ordem dentro do Google, uma das maiores empresas de internet e tecnologia do mundo. Desde a fundação da companhia, em 1998, vários projetos interessantes nasceram e morreram por falta de interesse do público. Aqueles que sobreviveram, contudo, oferecem recursos inovadores e, acima de tudo, úteis aos consumidores. É o caso do Docs, que permite a criação e compartilhamento de documentos e planilhas on-line. Ótimo para organizar a vida - pessoal e profissional. Confira outras mãozinhas que o Google oferece a seus usuários. 1 Picasa O Picasa foi criado em 2002 e adquirido pelo Google em 2004. O aplicativo, disponível para ser instalado no computador, permite a edição e o gerenciamento das fotos. Funciona em conjunto com um site que possibilita publicar imagens na rede, o Albuns da Web do Picasa. Nele, há também um link (no menu Ações) para ajustar a foto no editor online Picnik. 2 Contatos O serviço armazena a agenda de contatos do usuário e a sincroniza com os dados presentes no sistema de e-mails do Google, o Gmail. Um ponto forte do serviço é o fato de ele ser acessível a partir de celulares e tablets que usam o sistema operacional Android, também do Google. Ou seja, é a unificação das agendas de contatos presentes em computadores e em dispositivos móveis. 3 Docs É um dos serviços mais populares da empresa. Oferece ferramentas que rivalizam com as presentes no pacote Office, da Microsoft, como editor de textos, planilha eletrônica, plataforma para criação de apresentações e até um módulo para desenhos. O Docs também permite a criação de formulários para a realização de pesquisas com usuários. 4 Agenda Permite reunir todos os compromissos do usuário em um calendário virtual, que pode ser consultado a partir de qualquer computador ou smartphone. O serviço fornece recursos para a criação de diferentes agendas e também o compartilhamento dessas informações com os contatos do usuário, como colegas de trabalho. 5 Tradutor Oferece o serviço de tradução de textos em quase 60 idiomas. É possível traduzir artigos completos e até páginas da internet, o que possibilita acesso a conhecimentos que, de outra forma, ficariam vedados a muitos usuários. É importante observar, contudo, que o sistema de tradução está longe da perfeição, e erros e imprecisões no trabalho são comuns. Ainda assim, o saldo é positivo. 6 Reader O serviço de exibição de notícias do Google permite visualizar novidades de sites que oferecem o recurso RSS. Basta cadastrar o endereço do site para que o Google atualize a lista de notícias sempre que houver novidade. O usuário também pode compartilhar links interessantes com seus contatos. 7 Maps Já é um recurso quase obrigatório para quem anda pelas ruas e quer chegar a um destino desconhecido. Ótimo para calcular o trajeto de um ponto a outro (de casa ao trabalho, por exemplo) ou mesmo criar roteiros de viagem. O serviço oferece diversas ferramentas, como informações sobre condições de trânsito e fotos. A partir de celular ou tablets, pode ser utilizado como um aplicativo de navegação gratuito.
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Terça, 14 de Junho de 2011 12:00 |
O canal por assinatura Telecine usará o eclipse lunar total que acontece na próxima quarta-feira (15) como teaser "natural" para a campanha de marketing que divulga o terceiro filme da Saga Crepúsculo. Por meio de uma chamada que vai ao ar apartir de hoje (13), o canal convida os telespectadores a olharem para o céu na noite do dia 15, quando a lua nascerá em sua fase cheia, já sendo "engolida" pela sombra projetada da Terra. O fenômeno servirá como um "preview" da obra que será lançada para assinantes no fim do mês. O filme, que estreia no dia 30 de julho, é baseado na obra de Stephenie Meyer, e tem atraído a atenção de adolescentes do mundo todo. Lançado nos cinemas em julho do ano passado no Brasil, Eclipse foi visto por mais de 2 milhões de espectadores somente nos três primeiros dias. Mundialmente, a obra arrecadou U$ 698,3 milhões. Crepúsculo, o primeiro filme da saga, faturou U$ 392,5 milhões. Já Lua Nova, sequência do romance, arrecadou U$ 709 milhões.
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Terça, 07 de Junho de 2011 09:21 |
As vendas por meio da internet devem crescer nominalmente 20% neste Dia dos Namorados em relação à mesma data do ano passado, prevê a e-bit, empresa de monitoramento de comércio eletrônico. A estimativa é de que o faturamento, entre os dias 29 de maio e 12 de junho, do e-commerce brasileiro atinja R$ 720 milhões. Produtos de maior valor agregado, como eletrônicos e artigos de informática, devem puxar as vendas, com destaque para os tablets. Moda e acessórios, saúde, beleza e medicamentos, flores e cestas são outras categorias com boas perspectivas de vendas. Entre os produtos de menor tíquete médio, perfumes e cosméticos devem liderar as vendas, diz a e-bit. O tíquete médio das compras neste ano deverá ficar entre R$ 370 e R$ 380, valor inferior ao do ano passado, de R$ 400, que foi influenciado positivamente pelas compras de televisores para Copa do Mundo.
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Terça, 07 de Junho de 2011 09:18 |
O mascote Chester Cheetah surgiu em 1986 como um guepardo antropomórfico e de personalidade "dissimulada", capaz de fazer loucuras para comer o salgadinho Cheetos, da Frito-Lay - no Brasil, o produto é comercializado pela Elma Chips. Na década de 90, o personagem inspirou dois jogos de videogame criados pela empresa Kaneko: "Chester Cheetah: Too Cool to Fool" e "Chester Cheetah: Wild Wild Quest". A aparição do imprevisível guepardo nos games foi responsável por popularizá-lo - ele e o produto da Elma Chips - entre os consumidores brasileiros, que até então conheciam o salgadinho por meio dos ratinhos da Queijolândia. Em 1994, Chester Cheetah ganhou as embalagens do Cheetos. Tony The Tiger nasceu em 1952 para promover a marca de cereais Sucrilhos, da Kellogg's. O tigre foi escolhido em uma disputa que incluía, além dele, um elefante, um gnu e uma canguru chamada Katy. Na década de 60, Tony passou por suas primeiras mudanças visuais, ganhando formas mais arredondadas e um traço mais marcante. Nessa época, o tigre protagonizou o anúncio "Você é um bom caçador de tigres?', premiado em 1964. Em 1972, a marca Sucrilhos aumenta a família de Tony, que ganha uma esposa. Dois anos depois, no ano do tigre no horóscopo chinês, nasce Antoinette, primeira filha do casal. Em 1983, uma nova mudança no visual do tigre deixa-o um pouco mais musculoso. O "descolado" mascote passa então a ser usado para incentivar a prática de esporte entre as crianças. No início da década passada, Tony The Tiger foi considerado pela revista Advertising Age como um dos dez maiores personagens do século 20. Ronald McDonald apareceu pela primeira vez em 1963, nos restaurantes da rede McDonald's em Washington (EUA), mas foi só em 1967 que o palhaço tornou-se o porta-voz oficial da marca. Quando surgiu, o mascote tinha um visual totalmente inspirado em produtos da própria rede: o chapéu era, na verdade, uma bandeja com um hambúrguer, um milk-shake e um saquinho de batata frita, o nariz tinha o formato de um copo da rede, e os sapatos se pareciam com pãezinhos. O nome Ronald surgiu de uma forma simples, quase por acaso, porque rimava com McDonald. No Brasil, Ronald estreou em 1979, quando o primeiro restaurante da rede foi inaugurado no país, no Rio de Janeiro. Foi também o primeiro McDonald's da América Latina. No mês passado, centenas de médicos americanos assinaram uma carta aberta em que pedem a "morte" do palhaço Ronald. O argumento do grupo é de que a rede de fast-food contribui para a obesidade infantil ao promover seus produtos entre as crianças. A rede defendeu seu mascote: " Ronald é um embaixador a serviço do bem, que dá mensagens importantes às crianças sobre segurança, alfabetização e um estilo de vida ativo e equilibrado". O personagem Bibendum - ou Bib -, símbolo da Michelin, surgiu em 1898. A idealização do boneco começou involuntariamente anos antes, quando os irmãos Michelin observavam uma pilha de pneus de diferentes dimensões em seu estande, em uma exposição em Lyon. A aparência corpulenta formada pela pilha chamou a atenção de Edouard e André, que se lembrariam da imagem na hora de criar o mascote da marca. Famoso no mundo todo, Bibendum pode ser visto em campanhas, adesivos, cartazes e até mesmo nos pneus produzidos pela Michelin. Em 2000, o mascote foi eleito pelo jornal The Financial Times e pela revista Report On Business como o melhor logotipo do mundo. O nome Bibendum tem origem na frase latina "Nunc est bibendum" (Bebamos agora). Antes mesmo da criação do mascote, André Michelin costumava pronunciar a frase ?O pneu bebe o obstáculo? como forma de defender as qualidades dos pneus de sua companhia. Cofapinho, o cãozinho da raça bassê personagem da marca Cofap, virou um dos principais ícones da publicidade brasileira em 1989. Foi quando a companhia de amortecedores lançou o mascote em suas campanhas como estratégia para aproximar-se do consumidor final. Criada pela então W/Brasil, de Washington Olivetto, a campanha associou o "salsichinha", como a raça é conhecida no Brasil, ao slogan: "O melhor amigo do carro e do dono do carro". Os comerciais mostravam o mascote usando um capacete em situações engraçadas, fazendo manobras ousadas sobre um carrinho e geralmente deixando cães de outras raças para trás em disputas. Resultado: a marca ganhou confiabilidade e ainda tornou-se mais amigável aos olhos dos brasileiros. A Assolan não era lá muito conhecida até 2002, quando resolveu disputar agressivamente por uma fatia maior de mercado. O alvo foi a Bom Bril, líder absoluta na categoria de esponjas de aço. Foi nesse contexto que o mascote da marca foi criado: uma embalagem animada do produto, com olhos, pernas e muito rebolado. Nascia o Assolino. Criado pela agência Africa, de Nizan Guanaes, o personagem virou "fenômeno" dançando músicas de artistas conhecidos no Brasil, como Calypso, Latino e Rouge. Devido ao enorme crescimento nas vendas alcançado com a estratégia, o slogan - antes somente "Assolan - o fenômeno" - foi modificado para: ?Assolan: o fenômeno que não pára de crescer?. Lequetreque, o mascote da Sadia, foi criado em 1971, como parte da estratégia da empresa para popularizar seu frango defumado. O produto já vinha temperado e podia ir direto para o forno, reduzindo o tempo de preparo. Daí a ideia de se criar um personagem ágil, com capacete e óculos de motoqueiro. A primeira peça publicitária para TV mostrava o franguinho - ainda sem nome - socorrendo uma dona de casa em apuros na hora de preparar o jantar. Em 1985, o nome Lequetreque foi escolhido por meio de um concurso entre consumidores. Ao longo dos anos seguintes, o personagem foi ganhando ares mais modernos condizentes com cada época. Em 2007, o mascote teve sua mudança mais significativa: ganhou uma versão em três dimensões (3D). De cara nova, Lequetreque passou a ser chamado somente de Mascote Sadia, reforçando mais a marca. O simpático coelho que promove a marca Nesquik foi criado em 1973, 25 anos após o lançamento do produto no mercado americano, que na época recebeu o nome de Nestlé Quik, vindo do inglês " quick" (rápido, veloz). No Brasil, Nesquik chegou em 1980. No seu "nascimento", Quik Bunny usava um colar azul na forma da letra Q. Com o tempo, o coelho foi ganhando roupas e passou a vestir uma camiseta amarela com a letra N em azul. Em algumas situações, também aparece usando boné. Quik Bunny é um exemplo de mascote que marcou a infância de quem tem hoje por volta de 30 anos. O coelho, além de ser símbolo de longevidade e velocidade, também é sinônimo de discórdia para as marcas Duracell e Energizer: as duas optaram pelo uso do mascote em cor-de-rosa para comunicar aos consumidores que suas pilhas eram de longa duração. Em disputa pelo personagem, a saída foi uma separação de mercados em que cada marca ganhou o direito de usá-lo em lugares específicos. Nos Estados Unidos, o personagem é usado pela Energizer, primeira a utilizar a imagem naquele país. Na Europa, quem se apresenta com "Bunny" - nome dado pela marca ao coelho de brinquedo - é a Duracell. E assim também acontece no Brasil. Em tempo: o coelhinho cor-de-rosa da Duracell foi criado em 1973; o da Energizer, em 1989. Quem nasceu na década de 80 ou 90 vai se lembrar facilmente do jingle "Abra a boca, é Royal!", das gelatinas da marca. Veiculado pela primeira vez em 1988, o comercial ainda não contava com a ilustre presença do personagem Bocão. O boneco vermelho em forma de gelatina entrou para a equipe da Royal no ano seguinte, em 1989, como estratégia da empresa para aumentar o consumo do produto entre as crianças, associando alimentação a diversão.
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Quinta, 26 de Maio de 2011 09:09 |
 Após 25 anos de entrevistas em "The Oprah Winfrey Show", Oprah Winfrey, a mulher mais influente no mundo segundo a revista Times, despede-se de seu talk-show para dedicar-se exclusivamente a seu canal de TV, o OWC, e outros negócios próprios. A última edição da atração, transmitida pela rede ABC, vai ao ar nesta quarta-feira (25). Oprah estreou na TV como Sofia, mulher de temperamento forte no filme "A cor púrpura", de Steven Spielberg, baseado no romance de Alice Walker premiado com o Pulitzer. Por sua interpretação, a artista foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante. Em 2005, ela produziu uma versão teatral na Broadway, que durou três anos e agora está em uma turnê nacional. Ao longo dos anos, grandes empresas como General Motors, Unilever, L'Oréal, Johnson & Johnson e Procter & Gamble fizeram parte dos patrocinadores do programa.
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Quarta, 25 de Maio de 2011 17:04 |
Após o estouro de mídia espontânea alcançado com a engenhosa participação das tchecas no Pânico na TV!, a Proibida continua 'vendendo' a imagem da cerveja por meio das redes sociais. No quarto vídeo da campanha, divulgado com exclusividade por EXAME.com, as garotas-propaganda da bebida fazem uma visita à fábrica da CBBP em Pindoretama (CE), a 40 quilômetros de Fortaleza, onde são recebidas por Valverde, o mestre cervejeiro da companhia. Na ocasião, Valverde ensina às estrangeiras como pedir uma cerveja bem gelada em português. A tática da cerveja estreante, baseada principalmente em ações de cross media que gerem buzz e efeito viral nas redes sociais, faz parte da estratégia da CBBP para apresentar seu produto aos consumidores brasileiros. A empresa optou por desviar de modelos convencionais de publicidade, gerando conteúdo próprio e compartilhável. Segundo o diretor-presidente da companhia, João Noronha existe também o desafio de entrar em um mercado de bebidas altamente inchado e concentrado como o brasileiro: "Em volume de cerveja, o Brasil é o terceiro do mundo, mas também é o mais concentrado. Tem-se 70% concentrado em apenas um fabricante", diz - e foi exatamente este o fabricante que primeiro recebeu o cutucão da CBBP. Ao conseguir infiltrar as supostas tchecas Michaela e Dominika por 1h22min no programa Pânico na TV! e 'levar de graça' um espaço publicitário que, pelas vias comerciais, custaria caro à cervejaria - um filme de 30 segundos no intervalo do programa não sai por menos de R$ 179 mil -, a companhia pegou de surpresa a Skol, patrocinadora oficial do Pânico.
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Quinta, 19 de Maio de 2011 14:50 |
um projeto de pesquisa na Áustria conseguiu transformar a impressora 3D, usualmente uma equipamento caro e grandalhão, num aparelho portátil. Na Universidade de Tecnologia de Viena, o protótipo criado por uma equipe interdisciplinar tem o tamanho de uma caixa de leite, pesa 1,5 kg e custa apenas 1.200 euros valor que deve diminuir se a impressora for fabricada em escala industrial.
As impressoras capazes de produzir objetos tridimensionais não são novidade. Porém, o alto custo e o tamanho avantajado dessas máquinas impedem que sejam utilizadas na casa das pessoas para, por exemplo, criar peças sob medida.
O principio básico da impressora 3D construída pelos austríacos é simples: ela forma objetos depositando finas camadas de resina sintética, que endurece quando iluminada por poderosos feixes de luz. A cada camada, somente os pontos certos recebem iluminação. A técnica permite produzir objetos complicados, com recortes internos impossíveis de se obter com moldes. Por isso, suas aplicações variam muito, indo desde a personalização de aparelhos de audição até a fabricação de bijuterias, por exemplo.
O protótipo de Viena, elaborado por Klaus Stadlmann e Markus Hatzenbichler, é ideal para essas atividades por possuir boa precisão. Cada camada aplicada tem apenas 1/20 de milímetro de espessura. A máquina, no entanto, não é voltada para produção em massa. É indicada para quem precisa elaborar peças específicas em quantidades pequenas.
O trabalho foi feito unindo esforços da equipe de engenharia mecânica e de química da universidade. Os químicos determinaram quais materiais sintéticos poderiam ser usados na impressão. O próximo passo é fazer a máquina trabalhar com outros materiais, como cerâmicas, polímeros e até substâncias biodegradáveis. A equipe também quer diminuir ainda mais o tamanho da impressora e torná-la mais barata.
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Quarta, 18 de Maio de 2011 09:15 |
A Harley-Davidson sempre teve uma estratégia de marketing voltada para um estreito relacionamento com clientes, criando comunidades de "seguidores" da marca. Foi esse empenho em se aproximar de seu público e transformá-lo em fã a estratégia que salvou a empresa da falência na década de 80, quando a marca passou por uma das maiores crises de sua história. Seguindo nesse caminho, a empresa está preparando uma festa exclusiva em São Paulo para os proprietários das icônicas motocicletas. O evento, que terá um show da banda Paralamas do Sucesso, trará também Willie G. Davidson, vice-presidente sênior e CSO (Chief Styling Officer) da empresa, responsável por criar alguns dos designs mais marcantes da Harley-Davidson, dentre eles, a Fat Boy, símbolo do motociclismo mundial. Para participar da festa, que será no HSBC Brasil, nesta quarta-feira (18/05), a partir das 20h, os donos das motocicletas devem se cadastrar no hotsite do evento. Os dois mil primeiros proprietários cadastrados garantem um par de ingressos. Essa é a primeira festa organizada pela Harley-Davidson no Brasil.
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Sexta, 13 de Maio de 2011 09:58 |
O Google quer aumentar a interação com seus usuários, então trabalhará com empresas que fazem parte do dia a dia das pessoas para se fazer presente em setores diferenciados.
Um exemplo dessa postura foi dado durante a Google I/O, quando a gigante de buscas anunciou uma parceria com a Ford no desenvolvimento de uma espécie de GPS inteligente.
Por meio da nova Prediction API (Application Programming Interface), o serviço vai coletar dados para tornar as viagens mais eficientes, com sugestões de rotas baseadas nos caminhos geralmente feitos pelos motoristas.
Essa API atualmente ajuda a determinar quais mensagens encaminhadas aos clientes Google são spams e também serve para direcionar a publicidade para eles. Tudo isso é feito através da coleta sistemática de dados, feita a partir das preferências publicadas em perfis no Orkut, links encurtados com o goo.gl, entre outros produtos.
Agora a companhia pretende usar essa capacidade de coleta para dar escolhas mais eficientes de caminhos aos motoristas da Ford.
Um usuário que vai toda segunda-feira ao trabalho, por exemplo, pode receber um "bom dia" do veículo, seguido por sugestões que fogem do congestionamento e outros problemas – uma combinação para economizar tempo, gasolina e a paciência de quem está dirigindo.
A API também vai pegar informações que indiquem as preferências quanto ao uso dos recursos do carro, assim poderá alterar sozinho entre os tipos de combustível quando se tratar de um veículo híbrido.
Mas as empresas dizem que não querem criar um sistema que deixe o motorista alienado, apenas pretendem ajudá-lo a encontrar maneiras mais eficientes de usar o carro.
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Quinta, 12 de Maio de 2011 14:07 |
 Medir o retorno das ações de marketing é essencial. As métricas servem basicamente para avaliar e acompanhar os resultados das ações. Para que a empreitada dê certo, é importante que as métricas estejam alinhadas com os objetivos e as estratégias da empresa. Muitas empresas acreditam que para medir as ações de marketing é suficiente comprar um software que faça esse trabalho. Esse é um grave erro. O software é o último investimento a ser feito. Comece implantando um processo para o desenvolvimento de métricas: defina objetivos quantificáveis, selecione métricas relevantes, defina a fonte da informação, o responsável pela coleta e a forma de cálculo da métrica (volume, valor, etc.). Faça uma planilha comparando o objetivo com o resultado conseguido e o resultado do período anterior (mês ou ano), ressaltando a variância e a evolução dos dados. As métricas que o próprio dono de uma empresa pequena pode calcular são as seguintes: - Vendas, custos, lucro, margem de contribuição e geração de caixa. Esses números podem ser calculados por produto, cliente, área geográfica e equipe de vendas. - Período de payback, retorno sobre o investimento e taxa interna de retorno de projetos como lançamentos de produtos. - O retorno sobre o investimento de ações promocionais; por exemplo, qual foi o volume incremental após a ação? Se as vendas cresceram, foi possível manter o novo patamar após 3 ou 6 meses? Há ainda várias métricas para avaliar o resultado de investimento em mídia, mas isso demanda a ajuda de uma agência de propaganda e da compra de pesquisas. Se pretende fazer o trabalho sozinho, recomendo ter disciplina para coletar os dados nas datas estabelecidas e investir tempo e energia na análise dos resultados. O aprendizado resultante do processo pode ser muito lucrativo.
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Quarta, 11 de Maio de 2011 09:53 |
Depois de criar um "nostálgico" comercial e lançar uma coleção de embalagens em que revisita as pin-ups, a Coca-Cola continua em ritmo de comemoração pelos seus 125 anos. Agora, a marca relançou na Inglaterra a primeira garrafa de vidro usada no mercado. A "The Hutchinson", como é chamada, nem mesmo traz a clássica silhueta pela qual a embalagem da Coca-Cola é conhecida hoje. A "The Hutchinson" foi criada em 1899 e será vendida exclusivamente pela loja de departamentos Selfridges, nos pontos de venda ou pela internet. Pode ser comprada sozinha ou em um kit de colecionador que traz outras três garrafas também antigas.
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Quarta, 04 de Maio de 2011 13:26 |
Foram seis filmes que balançaram o mercado automotivo. Por seis vezes, a Nissan colocou no ar quase sempre tendo que tirar em seguida uma peça que atacava o ponto crítico da propaganda brasileira: comparação direta entre marcas. Mas as coisas estão mudando. A montadora japonesa queria crescimento rápido e expressivo ao mesmo tempo e para isso escalou sua agência, a Lew LaraTBWA, que viu a estratégia ousada como artifício necessário para atingir os objetivos. E conseguiu, de acordo com o vice-presidente de Operações, Márcio Oliveira. Em entrevista exclusiva, o VP contou que a marca cresceu 56% desde o início da campanha, então chegou a hora de tirar o pé. "Eu não vou mais bater em concorrente", disse, "vou chamar a atenção do consumidor para algo que talvez ele não tenha percebido". Oliveira faz referência ao último filme, que passa a investir diretamente nos atributos da marca. Para chegar a este ponto, a Nissan enfrentou seguidas representações no Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e até mesmo uma ação criminal. "A questão é que quando a gente faz esse tipo de campanha, somos avaliados, e é uma avaliação subjetiva, uma avaliação de tom", explicou o VP. "Então, para poder chamar atenção, eu tenho que ser ousado, mas se eu for ousado demais, o Conar ou qualquer outro órgão - pode entender que eu passei do ponto." Na opinião da Nissan, não houve qualquer tipo de censura por parte da entidade fiscalizadora, que teve, de acordo com Oliveira, um comportamento "absolutamente justo". "O Conar é uma entidade formada por profissionais de clientes, de veículo, de agência; e a gente mesmo faz parte. Ela é boa para o mercado", concluiu. "A comparação não deixa de ser essencial", comentou o VP, "antes você tinha quatro marcas para comprar e não precisava comparar na hora de adquirir um hatch. Agora existem 35 marcas". "É minha função como agência, como comunicador e como marketing da Nissan ajudar as pessoas a fazer essa comparação, a ter uma escolha mais clara, mais certa. Então não estamos largando a questão da comparação, mas sim mudando o foco para uma comparação sobre o que o consumidor tem à disposição dele." Da casa à rua O trabalho que resultou nas campanhas provocativas começou dentro de casa, com uma mudança de postura da própria marca. "Nós pesquisamos e descobrimos, por exemplo, que seis especialistas do mercado tinham eleito o Livina como a melhor compra. E o curioso disso é que todo mundo, portanto, acreditava, os especialistas acreditavam, mas dentro da Nissan, não." Então, explica Oliveira, teve de ser feito um trabalho interno para mostrar os resultados aos funcionários. A primeira etapa da campanha que envolveu diretamente o consumidor aconteceu nas concessionárias, e lá já houve comparação entre várias marcas. "A gente resolveu fazer um test drive colocando à disposição os carros da concorrência, para que o consumidor pudesse testar não só o Livina, mas os outros também, e assim comprovar que as revistas especializadas estavam certas." "O trabalho começou lá atrás, dentro de casa, mexendo com o orgulho próprio dos empregados e dos concessionários, e depois foi para a comunicação. E aí a gente foi pra uma estratégia que era, sim, agressiva, ousada, com relação a comparação", comenta. Agora que chamou atenção do mercado, a montadora resolveu reposicionar a estratégia, mas promete não perder a ousadia. "Mudando o foco de não comparar com o concorrente a gente pode também estabelecer uma outra estratégia, que é prestar serviço. E é isso que vamos fazer."
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Segunda, 02 de Maio de 2011 14:37 |
Criada pela Embratur há quase seis anos, a marca Brasil tem agora a chance de amadurecer e promover o país no exterior. A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, além do aquecimento da economia brasileira e do potencial de desenvolvimento do Brasil como nação sustentável, são fatores que contribuem para que o mundo todo olhe para o país. É necessário repensar a comunicação neste novo momento e olhar para um futuro próximo. Cabe não só às empresas e ao Governo, mas também aos brasileiros de uma forma geral promover a marca Brasil no cenário mundial. Muito mais do que um pensamento individual, é preciso trabalhar em conjunto para que todos ganhem com o destaque que a marca Brasil pode representar. Qual a importância de sediar eventos esportivos mundiais? Quais são os valores do nosso país enquanto marca? Como repensar a estratégia de promoção do Brasil no exterior? Estas são algumas reflexões que serão abordadas durante o Congresso Internacional para Líderes da Comunicação (CILIC), que será realizado pela primeira vez nos dias 9 e 10 de maio, em São Paulo. Em entrevista, Josafá Vilarouca, Presidente do CILIC, fala sobre os desafios e oportunidades deste novo cenário. Qual é o principal objetivo do CILIC? Josafá Vilarouca - O slogan que tem sido usado continuamente na nossa comunicação é ?Nossa maior marca se chama Brasil?. Então, a partir desse conceito, precisamos sempre avaliar o momento que passamos hoje no país e que relação esse momento tem com a área de comunicação. Pela primeira vez no país, vamos discutir a marca Brasil. Por isso reunimos gestores de comunicação, porque essa responsabilidade acaba batendo diretamente em quem faz comunicação no país. Criamos um congresso de comunicação global para que pudéssemos dizer, ou pelo menos refletir e discutir, a responsabilidade dos gestores de comunicação com as suas marcas corporativas, porque essas marcas, como se fossem um quebra-cabeça, acabam gerando uma imagem para o Brasil. São 154 lideranças que participam como painelistas para pensar na sociedade, nas novas tecnologias, nas mídias sociais. Enfim, em assuntos que são pertinentes ao nosso dia a dia e hoje assumem um caráter de importância maior porque tudo gira em torno da comunicação. Temos que lidar com essas questões e também considerar que o Brasil mudou nos últimos 10 anos. Vamos discutir os 10 primeiros anos do século XXI. Um momento em que nós, comunicadores, paramos e olhamos o Brasil sob o ponto de vista econômico, político, social e turístico. Recebemos eventos de alcance global como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Começamos a pensar se agora não é a grande oportunidade de deixarmos de ser simplesmente um país de terceiro mundo e emergirmos no cenário global, tendo uma voz cada vez mais forte no mundo. Uma das propostas do Congresso é realmente repensar esse momento da comunicação. O que seria olhar para este futuro próximo? Josafá Vilarouca - O primeiro passo é refletir. Antes de tomar qualquer iniciativa, precisamos de reflexão. Esse Congresso, principalmente porque é a primeira edição, tem esse caráter. E a comunicação tem de olhar as mudanças não só do seu país, da sua empresa, do seu cenário e do seu mercado. Os profissionais têm que pensar na comunicação olhando para o mundo e mensurar isso de forma reflexiva. Estamos passando por um processo de internacionalização, começamos a ver empresas nossas que começam a ir para fora. O Itaú, por exemplo, a Sadia, a Camargo Corrêa, a Ambev, a Vale, a Petrobras. Diversas empresas brasileiras em que os comunicadores são os guardiões das marcas. Como levar uma Ambev para o mercado internacional, que leva junto a nossa marca brasileira? Como levar uma Petrobras, que hoje é considerada uma das 10 maiores empresas do mundo? Como falar, por exemplo, de Camargo Corrêa e deixar de lado o empreendedorismo do próprio fundador da empresa. Como falar de turismo sem citar aqui no Brasil a CVC, que refez o turismo popular no Brasil? Esse profissional tem a função de refletir, de mensurar e dar visibilidade aos resultados que geram para suas marcas corporativas. A marca Brasil foi criada em 2005... Josafá Vilarouca -Isso é interessante. Quando escolhemos o tema ?Marca Brasil?, inicialmente não havia uma relação direta com a marca criada pela Embratur. Era apenas uma temática. Aí fomos estudando e chegamos à marca Brasil e fomos conhecer um pouco dela. Vimos que todo país tem sua marca, como se fosse o branding. Percebemos que a marca Brasil começou a criar força nos últimos anos. Essa marca foi criada para ser um selo de identificação de um produto como produto brasileiro. Hoje, conseguimos ver que a indústria internacional e as pessoas começam a enxergar o nosso produto com qualidade e a identificação deste produto com a marca Brasil significa uma nova roupagem. Só que como a Embratur é um órgão do Governo voltado à promoção dos destinos turísticos do nosso país, a marca Brasil acabou muito vinculada ao turismo. E achamos que não deve ser apenas dessa forma, mas que a marca deve representar todos os conceitos ligados a serviço, turismo, produtos, enfim, todas as instâncias do nosso país. Então vamos quase que relançar a marca no congresso. A impressão que dá é que, desde o lançamento, a marca não? Pegou? Por que isso? Josafá Vilarouca - O Brasil é um país de 511 anos, muito novo em relação a outros países, principalmente do continente europeu. Se pensarmos que só ganhamos uma marca em 2005, vamos perceber que tivemos um tempo muito curto para a sua consolidação. Temos que considerar que toda marca precisa de um tempo de maturação e os elementos que dão essa maturidade estão relacionados aos impactos que a marca gera. Quando falamos de um Brasil violento, só de samba, de futebol, de prostituição infantil, é claro que isso gera um impacto. Mas quando vemos o Brasil a partir de 2005, começamos a falar de um país que começa a ver a sociedade de uma forma diferente e passamos a ter mais orgulho de ser brasileiro. Antigamente, quando o brasileiro viajava para o exterior, as pessoas recebiam com certo ar pejorativo e isso era muito incômodo. Parecia que tinha algo muito ruim ligado à raiz, à nacionalidade. Hoje, as pessoas recebem o brasileiro com muito mais respeito. Não é mais com essa euforia de que é a terra do samba e do Carnaval. Temos um PIB a defender, um país de grandes indústrias, que tem a Floresta Amazônica, recursos naturais, um país em desenvolvimento e com maturidade política. Temos tantas coisas legais para levar lá para fora que, se antes éramos recebidos com água, agora somos recebidos com vinho. Em relação à marca Brasil, esse tempo de maturidade vai contar muito. Estamos agora com Copa do Mundo e Olimpíadas, imagina o impacto que a marca Brasil vai gerar? Todos estão olhando para o Brasil neste momento, mesmo com todos os problemas que podemos ter de infraestrutura. Teremos um impacto, não sei se positivo ou negativo. É papel do Governo resolver essas questões junto com a sociedade e a iniciativa privada. Todo mundo é responsável. Essa relação começa a ficar mais madura a partir deste momento. Quais são os principais desafios para amadurecer a marca? Josafá Vilarouca - Eu diria mais uma vez que devemos nesse momento parar para refletir, pensar quais são nossos erros e acertos. Não podemos considerar que, por mais que tenhamos essa visibilidade, estamos prontos para o mundo. Ainda temos muitas coisas a serem resolvidas. Acho que bateremos sempre nos mesmos problemas. De educação, porque quanto mais se investe em educação, mais se tem um país desenvolvido. Questões ligadas a questões sociais, níveis de pobreza. É inadmissível, por exemplo, fazer um congresso como esse e não discutir assuntos ligados à infraestrutura de transportes. Teremos lá o presidente da Alston Transport, que falará um pouco sobre os últimos 10 anos. Eu não gostaria de ver o Philippe Mellier dizendo que está tudo perfeito. Quero vê-lo falar que ainda existem muitos desafios a serem superados. Não vamos conseguir resolver todos os problemas, porque não existe como resolvê-los neste tempo (até a Copa do Mundo). Mas precisamos começar a nos preparar para olhar os problemas de uma forma diferente. O principal desafio é mudar a mentalidade do brasileiro, que ainda é muito de terceiro mundo, e pensar num brasileiro que começa a ser visto com orgulho e possibilidade de mudança. A comunicação tem um papel muito importante na promoção da marca Brasil. Mas não há uma falta de planejamento neste sentido? Josafá Vilarouca - Vejo a Embratur, que cuida hoje da marca Brasil, como um órgão extremamente organizado. Planejamento tem que ser sempre feito. Temos que pensar sempre em instâncias menores para levar para uma macro visão. É só nos perguntarmos: ?Será que todo dia, quando nos levantamos, nos planejamos?? Podemos até nos planejar, mas acontecem outras coisas que podem nos fazer sair desse planejamento. O Brasil não é mais o Brasil do ?jeitinho brasileiro?, mas o Brasil da flexibilidade para lidar com grandes desafios mundiais. É completamente diferente. Saber lidar com situações muito complexas e mudar o seu planejamento ou se planejar naquele momento para resolver a situação imediata. Essa é a posição em relação às questões de planejamento. Agora, como você disse, a comunicação tem um papel fundamental. Como cidadão, nosso primeiro ato de comunicação é o voto. A comunicação vai desde o que falamos no dia a dia, o que emitimos de opinião, passando por instâncias menores, dentro da nossa casa, até instâncias empresariais, de Governo e por aí passa para todo o país. A comunicação, não só o gestor de comunicação, mas todo brasileiro que se comunica, é responsável pela marca Brasil. Sob que ângulos a marca Brasil pode ser trabalhada para promover o país no exterior? Josafá Vilarouca - Primeiro, não podemos pensar de forma individual. Não sou eu, empresa, que promoverei a marca Brasil. Vale uma mobilização da sociedade, das instâncias públicas e privadas. É um movimento coletivo de conscientização. Em nenhum momento eu paro para assistir à televisão, seja em canal aberto ou fechado, e percebo uma visão neutra sobre as questões de desenvolvimento do país. É sempre de um âmbito de interesse particular. Acredito que temos que pensar de forma global e é papel de todos enxergar isso. Gostaria de ver o que as pessoas, as empresas e o Governo estão fazendo juntos para o desenvolvimento do Brasil. Não é uma iniciativa de marketing isolada, é uma união de lideranças. Enquanto pensarmos de forma individual, estaremos defendendo nosso interesse como pessoa, como empresa. E temos que defender, não quero dizer que devemos deixar de lado interesses pessoais, mas também temos que defender nossa bandeira. Sair do Brasil a partir de agora reconhecendo todas as dificuldades que temos como país, mas também que temos feito um bom trabalho.
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Sexta, 29 de Abril de 2011 16:32 |
A Marisa enviou um presente para Kate Middleton, a noiva do príncipe William: uma caixa com uma linda lingerie branca. O mimo saiu de São Paulo no dia 27 através de uma empresa de entregas internacionais e chegará ao Palácio de Buckingham hoje. No cartão para a nova Alteza, a dica: "Você conquistou o solteiro mais cobiçado do mundo. Aqui vai um presente para te ajudar a mantê-lo." A ação foi criada pela Fischer Fala! e, além do presente em si, vai contar ainda com anúncio e banners no MSN, iG e outros portais.
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Quarta, 27 de Abril de 2011 18:01 |

Mais um site de compras coletivas vira notícia no mercado, mas desta vez com diferenciais: foco na classe C e tendo como investidor o popular apresentador do SBT, Carlos Massa, o Ratinho. Dono de afiliadas da emissora de Sílvio Santos, Ratinho direciona agora investimentos para a internet de forma a aproveitar o bom do segmento. Segundo informa Keila Jimenez na Folha de S.Paulo desta quarta-feira, o apresentador vai apostar em um site de compras coletivas com prática variada de descontos. Chamado de Agrupe, o site foi criado há um ano por estudantes da USP - Universidade de São Paulo- , e provavelmente tenha foco voltado para a Classe C, faixa que responde por mais de 50% do público do apresentador. O negócio deve ser anunciado nesta quarta-feira e terá como apoio a participação de Ratinho em campanhas e merchandisings.
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Segunda, 25 de Abril de 2011 12:04 |
No último domingo (24), a Globo veiculou um filme publicitário para apresentar sua nova assinatura: "A gente se liga em você", que substitui o "A gente se vê por aqui". Criada pela Central Globo de Comunicação (CGCOM) em parceria com a agência WMcCann, a peça também marca o aniversário da emissora, que completa 46 anos de atividades.
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Quinta, 21 de Abril de 2011 09:09 |
Os curitibanos são os que mais consomem chocolate no Brasil, segundo a pesquisa do Ibope Media realizada com auxílio da ferramenta Target Group Index. Um total de 73% dos cidadãos de Curitiba apreciam o produto, seguidos pelos paulistas (71%) e recifenses (70%). Entre as capitais pesquisadas, o Rio de Janeiro é o que menos consome, com 63%. A faixa etária que mais aprecia o chocolate é compreendida entre pessoas de 12 a 19 anos, com um total de 77% de aceitação no grupo. Já na faixa de 55 a 64 anos, o consumo cai para 53%. O levantamento ouviu 18.884 pessoas, entre agosto de 2009 e julho de 2010, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília, além do interior das regiões Sul e Sudeste. Segundo uma projeção do estudo, 61% dos homens e 71% das mulheres comeram chocolate nos últimos sete dias. O tablete puro é a forma de consumo mais expressiva do produto (82%), seguido pelos bombons (72%) e barras recheadas (55%).
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Terça, 19 de Abril de 2011 13:36 |
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A Coca-Cola lançou nesta segunda-feira (18) uma campanha em homenagem aos seus 125 anos de existência, comemorados no dia 8 de maio. O filme traz uma montagem de anúncios e imagens da história do refrigerante, ao som de I´d Like to Teach the World to Sing. As informações são do Brand Republic. Segundo o diretor de mercado de ativação da Coca-Cola GB, Zoe Howorth, a marca sempre "carregou o sinônimo de felicidade e é tão relevante hoje como em 1886", quando começou. O aniversário marca a data em que a Coca-Cola começou a ser vendida em Atlanta, Geórgia. "8 de maio é um dia muito especial, como Coca-Cola, uma das maiores marcas do mundo. Nós queremos aproveitar o aniversário de 125 anos para agradecer aos nossos consumidores, funcionários e parceiros por sua lealdade contínua", diz Howorth.A campanha foi feita pela McCann-Erickson da Espanha com os escritórios da Bulgária e Itália. O projeto de aniversário também envolve criação de ímãs de geladeira e até uma edição limitada de uma garrafa de vidro.
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Sexta, 15 de Abril de 2011 13:35 |
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Mais uma vez a Nissan do Brasil escolheu o humor para comunicar suas novidades ao público. Agora, um engenheiro da montadora enfrenta a fúria da concorrência após anunciar a chegada da linha de automóveis 2012 da Nissan, na nova série de três filmes que vai ao ar nesta quinta-feira, 14, em rede nacional e nos canais oficiais da marca na internet.
No primeiro filme da série criada pela Lew LaraTBWA, um engenheiro de olho roxo e braço engessado releva um Nissan Livina ano modelo 2012 e explica que se as demais montadoras já estavam nervosas com a marca, vão ficar ainda mais.
A cada filme e novidades divulgadas, o engenheiro aparece ainda mais machucado. Por fim, todo imobilizado pelo gesso, ele demonstra medo ao apresentar as características das concessionárias Nissan.
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Terça, 12 de Abril de 2011 10:40 |
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O investimento mundial no setor publicitário vai aumentar 4,2% em 2011, indica pesquisa da consultoria ZenithOptimedia. Estimativas do final do ano passado previam um aumento de 4,6%, mas a porcentagem sofreu diminuição devido à turbulência política no Egito, juntamente com o terremoto e suas consequências no Japão.
Esses fatores representaram perda de 2,4 bilhões dólares nos investimentos em publicidade este ano.
Os mercados em desenvolvimento, definidos pela ZenithOptimedia como aqueles que estão fora da América do Norte, Europa Ocidental e Japão, vão aumentar a verba no mercado global de 30,9% em 2010 para 35,1% em 2013.
China, Rússia e Brasil serão os grandes beneficiados. A China, de acordo com a agência de mídia que realizou a pesquisa, vai superar a Alemanha e se tornará o terceiro mercado publicitário até 2013, atrás do Japão.
O Brasil deve ultrapassar a França e se tornar o sexto maior do mundo neste ramo em 2011. Já os Estados Unidos devem crescer 2,5% no próximo ano. O investimento será de 151 bilhões de dólares em grandes meios de comunicação (exceto mala direta, relações públicas ou eventos), enquanto o Japão deverá crescer apenas 0,7% e o Oriente Médio 0,1%.
Relatórios demonstram que atualmente os gastos com publicidade na TV correspondem às maiores fatias de investimentos mundiais no setor. Em 2013, a mídia representará 41,7% da verba e um dos maiores atrativos são os canais digitais.
As informações são do AdAge.
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Sexta, 08 de Abril de 2011 18:14 |
 A Red Bull realiza o concurso Red Bull Tum Tum Pá em parceira com a Faber-Castell. A ação consiste em uma competição mundial universitária de percussão com materiais escolares, como cadernos, lápis e canetas. Cerca de 25 países participam das seletivas e os interessados devem formar equipes de quatro integrantes. Serão dois desafios musicais, um cover e uma composição própria, com um minuto de duração cada. Os competidores receberão kits com produtos da linha Grip da Faber Castell para participar do concurso e os vencedores ganharão um case de violão com material escolar da empresa.
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Sexta, 08 de Abril de 2011 17:44 |
 A Heineken lançou no mercado nacional a Star Bottle, embalagem importada da Holanda, que tem como diferencial seu design que se faz visível quando exposto à luz negra. Quando a Heineken Star Bottle é exposta a esse tipo de luz, a tinta escondida aparece na superfície da garrafa, mostrando desenhos de estrelas cadentes. O novo produto estará disponível apenas em casas noturnas selecionadas nas cidades de: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília.
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